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Philipe Starck faz confissão surpreendente

[vc_row][vc_column width=”2/12″][/vc_column][vc_column width=”8/12″][vc_custom_heading text=”PHILIPE STARCK” google_fonts=”font_family:Abel%3Aregular|font_style:400%20regular%3A400%3Anormal” id=”article-title”][vc_column_text]Em entrevista exclusiva à revista francesa Lisboète Magazine, o conceituado arquitecto e designer de 70 anos, que em 2011 veio viver para Cascais, revela o que o impressionou mais em Portugal. “Apercebi-me que é um país formidável”, elogia.

Um dia, acabou por vir. E apaixonou-se! “É incrível descobrir um país com a minha idade”, confidenciou à publicação. “Fiquei imediatamente rendido ao ambiente amigável que se vive aqui”, revela o criativo, que também se encantou com “as grandes ondas, a pequena vila e o pequeno porto” de Cascais. “Tive uma visão, como a quadratura de um círculo. Encontrei o sítio que procurava e que nunca tinha encontrado”, desabafa.

“Eu não fiquei em Portugal. Eu fiquei com os portugueses”

“Eu saio pouco mas, quando o faço, fico feliz por constatar que ainda há pessoas cheias de bondade, generosidade, honestidade e uma profunda amizade. Com o tempo, pude verificar que também se pode juntar a essas qualidades a fidelidade”, enaltece o francês.

“Eu não fiquei em Portugal. Eu fiquei com os portugueses”, confidencia Philippe Starck. “Os portugueses são como uma doença que se apanha ou como uma droga da qual ficamos aditos”, elogia. “Eu dou, em média, uma volta ao mundo por semana e conto os minutos para regressar aqui. Depois de termos conhecido os valores destas pessoas, deixámos de compreender os valores dos outros”, assegura o arquitecto e designer.

A paixão pelo país levou Philippe Starck a percorrer Portugal e a interessar-se pela história portuguesa. “Tenho um fascínio enorme pelo infante D. Henrique”, assume. Apesar do encanto, ainda não aprendeu a falar português, ao contrário da mulher e da filha, que já dominam a língua com alguma facilidade. “É uma vergonha!”, admite. Além de Cascais e de Sintra, gosta de ir até a Ericeira e a Peniche e de se perder no Alentejo.

loko.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”2/12″][/vc_column][/vc_row][vc_row css=”.vc_custom_1492671496964{margin-top: 90px !important;}”][vc_column width=”1/2″][unero_single_image image=”7790″ image_size=”570×470″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][unero_single_image image=”7792″ image_size=”570×470″][/vc_column][/vc_row]

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